Artefato de baixo custo, as ovitrampas ajudam a identificar focos do Aedes aegypt e a direcionar ações antes do aumento de casos
Por Agência Brasília* | Edição: Plácido Fernandes
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| Auditoria avalia armadilhas que capturam mosquitos e ajudam o DF a combater a dengue |
A Controladoria-Geral do DF avaliou, em auditoria, o uso de ovitrampas para o monitoramento de mosquitos da espécie Aedes aegypti, transmissor dos vírus causadores da dengue, zika e chikungunya. O Distrito Federal já utiliza essas armadilhas para coletar e contar ovos do mosquito em diferentes regiões administrativas.
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| Agente de saúde prepara armadilha para capturar mosquitos da dengue no DF | Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília |
São armadilhas simples e de baixo custo que funcionam para detecção precoce de infestações e monitoramento da densidade das populações dos vetores, permitindo identificar a presença do vetor antes do aumento de casos e direcionar ações preventivas de governo, como visitas domiciliares, mutirões e campanhas educativas.
Durante a auditoria realizada no Programa Saúde em Movimento, foram avaliados não apenas os resultados alcançados, mas também a metodologia utilizada na produção dos dados e a confiabilidade com relação aos processos de trabalho realizados nas ações de campo dos agentes de vigilância ambiental.
O trabalho contribui para ajustes nos atributos da meta utilizada pela Secretaria de Saúde (SES-DF) e na padronização dos indicadores, fortalecendo a qualidade das informações geradas e o uso de dados na tomada de decisão.
Também foram recomendadas medidas para ampliar a capacidade de instalação de ovitrampas pela Vigilância à Saúde, além da priorização de regiões com maior histórico de risco epidemiológico, o que pode melhorar a identificações de áreas vulneráveis e a resposta do poder público.
Maio é o Mês Internacional de Conscientização Profissional da Auditoria Interna. No Distrito Federal, o trabalho de auditoria vai além da fiscalização: ele contribui diretamente para a melhoria dos serviços públicos oferecidos à população. É um trabalho muitas vezes não visto pela sociedade, mas que gera resultados para o DF.
*Com informações da Controladoria-Geral do DF



